segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

bogaína: a droga que cura o vício

Da planta iboga é extraída a ibogaína, uma substância psicodélica que faz sonhar por 12 horas e é cada vez mais usada contra a dependência química

Fausto Salvadori


Revista Galileu
Deitado numa cama, Wladimir Kosiski, 33 anos, viu, literalmente, sua vida passar como num filme — e descobriu que era um drama ruim. A abertura até prometia: cenas de sua infância e adolescência, o casamento, o emprego como vendedor em uma multinacional em Curitiba (PR), a faculdade, dois filhos... Mas, ao chegar aos 21 anos, o roteiro virava filme B, uma típica história de dependência de drogas, reprisando todos os clichês do gênero. O crack, então, roubava a cena: uma sequência previsível de empregos perdidos, faculdade abandonada e bens vendidos a preço de banana para pagar o vício. E sua carreira de vendedor em multinacional acabou enveredando para a vida de aviãozinho do tráfico em troca de alguns gramas de pedras.

O filme apareceu como uma espécie de sonho acordado durante as 48 horas que Wladimir passou sob o efeito da ibogaína, uma droga psicodélica, em uma clínica no Estado de São Paulo (que prefere não divulgar o nome). Durante esse tempo, ele ficou sonolento, mas plenamente consciente. Viu nítidas as imagens de sua vida, como se fossem projetadas em uma tela de LCD na parede do quarto, logo acima do médico que o observava sobre a cama. Quando o efeito passou, foi a primeira vez em anos que Wladimir acordou sem a fissura, o desejo incontrolável pela fumaça do crack que ataca os dependentes. Nem o desejo, nem as náuseas e nem as dores comuns desse tipo de abstinência apareceram. “Era como se eu nunca tivesse usado droga nenhuma”, diz o hoje administrador de empresas, que passou pelo tratamento e se livrou da dependência em 2007.

A substância que ajudou Wladimir é cada vez mais usada em terapias experimentais contra o vício. De 1962, quando começou a ser testada em dependentes químicos, até 2006, 3.414 pessoas usaram a ibogaína, obtida a partir da raiz de um arbusto africano, a iboga, para fins terapêuticos. Só nos últimos quatro anos, no entanto, 7 mil pessoas passaram pelas terapias, de acordo com dados preliminares de um estudo do Dr. Kenneth Alper, da New York School of Medicine, nos Estados Unidos. O número de tratamentos cresceu tanto que provocou uma escassez da substância, ainda produzida de maneira artesanal, no mundo.


Carolina Pessoa
Wladimir Kosiski, 33 anos: diz estar livre do crack após ter ficado 48 horas sob o efeito da ibogaína
Crédito: Carolina Pessoa
AVAL DA CIÊNCIA> Boa parte dos cientistas torce o nariz diante da ideia de se usar uma fortíssima droga psicodélica para se tratar dependentes químicos. Porém, o crescimento no número de terapias bem-sucedidas e o início de novos estudos deram mais credibilidade à prática. Um deles começou em julho, conduzido pela Associação Multidisciplinar para Pesquisa de Psicodélicos (MAPS, na sigla em inglês), de Santa Cruz, na Califórnia. De acordo com a entidade, trata-se da primeira pesquisa sobre os efeitos de longo prazo da ibogaína na luta contra o vício. O levantamento é feito em cima de usuários de heroína, tratados com a droga por uma clínica do México, a Pangea Biomedics. O interesse dos pesquisadores surgiu após estudos que mostram os benefícios da prática. “Há cada vez mais aceitação por parte da comunidade científica”, afirma Randolph Hencken, diretor de comunicação da MAPS. Os pacientes da Pangea são, em boa parte, americanos que cruzam a fronteira para receber um tratamento considerado ilegal nos EUA (embora a pesquisa seja permitida por lá). A ibogaína também é proibida na Dinamarca, na Bélgica, na Suécia e na Suíça. Já no Gabão, é considerada tesouro nacional. Na África Central, curandeiros usam a raiz em rituais contra as chamadas “doenças do espírito”.

Um deles, da religião Bouiti no Camarões, faz com que o participante coma uma grande quantidade de iboga (que pode chegar a 500 g) enquanto um grupo canta, toca e dança a noite inteira. A cerimônia de três dias pode produzir um coma induzido — o que é entendido como uma viagem ao mundo dos mortos. O objetivo, dizem, é receber revelações, curar doenças ou comunicar-se com aqueles que já morreram. Trabalho da antropóloga paulistana Bia Labate, que estudou a droga, afirma que “acredita-se que os pigmeus tenham descoberto a iboga em tempos imemoriáveis”.

A primeira pesquisa brasileira no assunto está prevista para começar no ano que vem, sob orientação do psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ainda que os resultados sejam positivos, não há chance de cápsulas de ibogaína chegarem às farmácias tão cedo. “Sob estrita supervisão médica, a droga poderia se tornar um medicamento, mas custaria milhões de dólares em estudos e ainda não há investidores para tanto”, diz Hencken.




  Divulgação
Comprimidos feitos com substância da raiz dos arbustos africanos
Crédito: divulgação
O EFEITO> Ainda não se sabe exatamente como essa substância atua no combate à dependência, mas dezenas de pesquisas em animais e humanos indicam que age em dois níveis: tanto na química cerebral como na psicologia do dependente. Por um lado, a droga estimula a produção do hormônio GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria reparar áreas do cérebro associadas à dependência, além de favorecer a produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelas sensações de bem-estar e prazer. Isso explicaria o desaparecimento da fissura relatado pelos dependentes logo após sair de uma sessão.

Na outra frente, a ibogaína promoveria uma espécie de psicoterapia intensiva ao fazer o paciente enxergar imagens da própria vida enquanto a mente fica lúcida. Estas visões não seriam alucinações, como as imagens de uma viagem de LSD. É como sonhar de olhos abertos, o que ajudaria os dependentes a identificar fatores que os teriam empurrado para as drogas em determinados momentos da vida. Estudos com eletroencefalogramas feitos pela Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, apontaram que ondas cerebrais de um paciente que tomou ibogaína têm o mesmo comportamento daquelas de alguém em REM (a fase do sono em que sonhamos). “O sonho renova a mente e, se no sono comum temos apenas cinco minutos de sonho a cada duas horas, na ibogaína são 12 horas de sonho intensivo”, aponta o gastroenterologista Bruno Daniel Rasmussen Chaves, que estuda o tema desde 1994 e participará da pequisa da Unifesp.

RISCOS> No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que não há restrições legais à ibogaína, mas seu uso como medicamento não está regulamentado. Por isso, os tratamentos são considerados experimentais e as clínicas não fazem propaganda. A importação é feita pelos próprios pacientes, que pagam cerca de R$ 5 mil por uma sessão com o derivado da raiz. Após passar por exames médicos, o dependente ingere as cápsulas, deita-se em uma cama e deixa sua mente navegar pelos efeitos, que podem durar até 72 horas. Durante esse tempo, médicos monitoram o paciente. Vale dizer que a literatura médica registra 12 óbitos associados ao uso de ibogaína nas últimas quatro décadas, provocados por diminuição na frequência cardíaca (o equivalente a uma morte a cada 300 usuários). No entanto, estudos de Deborah Mash, neurologista da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, que já acompanhou o tratamento de cerca de 500 pacientes, apontam que não há registro de morte por ingestão de ibogaína em ambiente hospitalar. É preciso que o paciente chegue “limpo” à sessão. “As mortes registradas ocorreram em tratamentos de fundo de quintal, em que as pessoas fizeram uso concomitante de ibogaína e outras substâncias”, afirma Chaves.

NÃO HÁ FÓRMULA MÁGICA> Estudiosos e pacientes avisam: a droga não é uma poção mágica. Para se livrar da dependência, Wladimir Kosiski aliou o tratamento à psicoterapia e mudança drástica de hábitos. Voltou a trabalhar, a estudar e nunca mais pisou no local onde comprava crack. Não foi isso o que fez o professor Gilberto Luiz Goffi da Costa, 44 anos, que se tratou com ibogaína pela primeira vez em 2005. Viciado em drogas desde os 14 anos, Gilberto já acumulava 18 tratamentos fracassados contra dependência. Volta e meia, dormia nas ruas de Curitiba e praticava roubos para comprar crack: já havia sido preso cinco vezes. Após usar ibogaína, achou que estava curado. “Tive uma sensação de bem-estar, mas é um efeito que se perde depois”, afirma. Estava livre do desejo, mas continuou a frequentar os mesmos ambientes e amigos com quem dividia drogas. Em pouco tempo, foi dominado novamente pelo crack. “A ibogaína retira a fissura, mas a pessoa pode continuar a usar droga mesmo sem vontade, como alguém que estraga um regime por gula, não por fome”, diz Chaves. Gilberto só conseguiu permanecer “limpo” após a terceira vez que se tratou, em 2008, quando aliou a substância a uma troca completa de atitudes, seguindo o método dos Narcóticos Anônimos. Sem consumir drogas há dois anos, hoje dá aulas de línguas e é consultor no tratamento de outros dependentes. Ao contrário da viagem pelo mundo dos mortos em uma sessão dos rituais africanos, a ibogaína ajudou o curitibano, pouco a pouco, a permanecer no mundo dos vivos.

Iboga (Tabernanthe iboga)

Em estudos preliminares com ratos, a substância alucinógena conhecida como Ibogaína (extraída de arbusto encontrado no oeste africano) confirmou suas propriedades anti-dependência do álcool. O mecanismo pelo qual a substância age no corpo foi identificado, abrindo novos caminhos para o desenvolvimento de drogas para combater o mal.

Durante a pesquisa, ratos e camundongos foram induzidos ao consumo de álcool em doses diárias até habituarem-se à bebida. Os testes com Ibogaína demonstraram uma queda efetiva no consumo da substância pelos roedores, diretamente relacionado ao aumento da produção de uma proteína pelo cérebro, o GDNF. A relação entre o GDNF e o controle da dependência permitirá o desenvolvimento de medicamentos para tratar o alcoolismo, sem os efeitos colaterais da Ibogaína.

Mesmo com suas propriedades terapêuticas reconhecidas, a Ibogaína não deve ser estudada como base para o desenvolvimento de remédios - sua alta toxicidade e características alucinógenas são os principais motivos para que o mecanismo pelo qual ela funciona seja utilizado pela indústria farmacêutica sobre diferentes formas.

Sobre esta planta, vale a pena ler um trecho do artigo de Beatriz Caiuby Labate (Antropóloga - Unicamp, Brasil):

As plantas psicoativas têm sido utilizadas há 50 mil anos pela humanidade, em diferentes culturas e épocas, sendo objeto de culto e reverência ou de demonização. A paixão que despertam revela-se, em primeiro lugar, pela própria maneira de nomeá-las. Alguns pesquisadores têm criticado o termo científico alucinógeno, por sugerir uma percepção falsa e ilusória da realidade. Uma opção adotada tem sido enteógeno, originário do grego antigo, com o significado de "Deus dentro" ou "o que leva o divino para dentro de si". Outra, mais ligada à contracultura, é psicodélico, "aquilo que revela o espírito ou alma". Alguns preferem utilizar termos nativos, como é o caso de plantas professoras, expressão característica do vegetalismo peruano, ou adotar denominações que sublinhem as dimensões neurofarmacológicas comuns às várias substâncias, como a proposta por Michael Winkelman, plantas psicointegradoras, aquelas que "integram os hemisférios direito e esquerdo do cérebro".

As diversas populações que fazem uso dessas substâncias consideram, em geral, que elas são habitadas por um espírito, uma "mãe", um "dono" - com o qual podemos nos comunicar e aprender. Elas seriam, portanto, um espírito-planta. Um traço comum aos variados contextos é a crença de que, por meio dessas substâncias, é possível estabelecer contato com o mundo espiritual, com os seres divinos, e transcender as fronteiras da morte.

Historicamente, o uso de tais psicoativos tem sido associado ao reforço da identidade étnica, à promoção da coesão social, à transmissão de valores culturais, à produção artística, à morte simbólica do ego, ao autoconhecimento, à resolução de conflitos sociais, à guerra, à feitiçaria, à caça, ao poder político e cósmico, à metamorfose em animais e à divinação, entre outros. Uma das dimensões centrais das plantas de poder é a sua conexão estreita com os sistemas de cura, seja através da figura do xamã, seja através das religiões institucionalizadas. A cura propiciaria uma conexão holística entre processos mentais, emocionais e espirituais - mesmo porque, em alguns dos contextos onde estas substâncias são consumidas, tais esferas são consideradas inseparáveis.

A ciência norte-americana dos anos 50 e 60 desenvolveu diversas pesquisas e experimentações sobre as virtudes médicas e terapêuticas dos psicoativos, sobretudo antes da proibição legal do LSD nos EUA, em 1966. Entretanto, o tema permanece ainda pouco estudado, além de fortemente estigmatizado. Os assim chamados estados alterados de consciência não são provocados apenas por substâncias químicas. Eles também podem ser produzidos por estímulos auditivos, jejuns nutricionais, isolamento social e deprivação sensorial, meditação, estados de sono, abstinência sexual, comportamento motor intensivo, opiáceos endógenos e estados mentais resultantes de alterações na neurofisiologia ou química corporal.
Tabernanthe iboga


Trata-se de um arbusto com uma raiz subterrânea que chega a atingir 1,50m de altura, pertencente ao gênero Tabernanthe, composto por várias espécies. A que mais tem interessado a medicina ocidental é a Tabernanthe iboga, encontrada nos Camarões, Gabão, República Central Africana, Congo, República Democrática do Congo, Angola e Guiné Equatorial. Seu principal alcalóide é a ibogaína, extraída da casca da raiz. Algumas espécies animais, entre as quais os mandris e os javalis, alimentam-se das raízes da iboga para conseguir efeitos entorpecentes. Imagina-se que os pigmeus descobriram a eboka (iboga) observando o comportamento desses animais. Até hoje, estas populações utilizam a iboga em seus ritos.

Em 1901, a ibogaína foi isolada pela primeira vez. Há notícia de que ela teria sido usada no Ocidente desde o início do século XX, no tratamento de gripe, neurastenia, doenças infecciosas e relacionadas ao sono. Em 1962, Howard Lotsof, um jovem dependente de heroína, acabou descobrindo, por acaso, a iboga na África. Após uma viagem astral de 36 horas, relatou que perdeu o desejo de consumir heroína por completo. Em 1983, Lostsof relatou as propriedades antiaditivas da ibogaína e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, cocaína, anfetamina, etanol e nicotina. Fundou o International Coalition for Addicts Self Help e desenvolveu o método Endabuse, uma farmacoterapia experimental que faz uso da ibogaíne HCl, a forma solúvel da ibogaína. Através da administração de uma única dose, cujo efeito dura dois dias, haveria uma atenuação severa dos sintomas de abstinência e uma perda do desejo de consumir drogas por um período mais ou menos longo de tempo.


Atualmente, a iboga é utilizada por curandeiros tradicionais dos países da bacia do Congo e na religião do Buiti na Guiné Equatorial, Camarões e, sobretudo, no Gabão, onde membros importantes das hierarquias políticas do país são adeptos do culto. Aproveita-se principalmente a casca da raiz, mas também se atribuem propriedades medicinais às folhas, à casca do tronco e à raiz. No Gabão, a raiz e a casca da raiz são encontradas facilmente nas farmácias tradicionais e nos mercados das principais cidades. A iboga pode ser utilizada sozinha ou em combinação com outras plantas - uma parte desse conhecimento permanece secreto. Segundo depoimentos que colhi nos Camarões em 2001, ela é empregada no tratamento da depressão, da picada de cobra, da impotência masculina, da esterilidade feminina, da AIDS e também como estimulante e afrodisíaco. De acordo com as crenças locais, seria eficaz, ainda, sobre as doenças místicas, como é o caso da possessão.

(...) A literatura científica sobre o tema é controversa. Sabe-se que a ibogaína produz perda do equilíbrio corporal, tremores, aumento da temperatura corpórea, da pressão e da freqüência cardíaca. Estudos com ratos e primatas demonstraram que a ibogaína em quantidade de 100 mg/kg é neurotóxica (a dose utilizada no tratamento de Lotsof é normalmente de 25 mg/kg). Ela é diferente de outros medicamentos, na medida em que é a única substância conhecida que age diretamente sobre o suposto mecanismo da dependência no corpo humano. Entretanto, não se conhece ao certo seu grau de eficácia e não existe nenhum estudo científico que comprove que a ibogaína cure a dependência química; há apenas evidências anedóticas.

Os tratamentos com ibogaína não são autorizados nos Estados Unidos, Reino Unido, França ou Suíça. Mesmo assim, têm sido adotados clandestinamente. No Panamá, a instituição liderada por Lotsof cobra 15 mil dólares; na Itália, o custo é de 2.500 dólares, e, nos EUA, o tratamento varia entre 500 e 2.500 dólares. Em Israel, a iboga está sendo pesquisada para uso no tratamento da síndrome de pós-guerra que afeta os soldados. De acordo com o médico italiano Antonio Bianchi, a ibogaína age sobre uma enorme quantidade de receptores neuronais. Sua característica fundamental é sua ação sobre a NMDA (N-metil-D-aspartate). Esses receptores estão presentes, sobretudo, em duas áreas: o hipocampo, que controla a memória e as recordações, e a sensibilidade proprioceptiva, parte responsável pela sensação que temos do nosso corpo físico. Se esses receptores forem bloqueados, a pessoa construirá uma imagem do "eu" que não está relacionada com o eu físico, ou seja, sentir-se-á fora do corpo. Este seria o mecanismo neurofisiológico da viagem astral, o ponto de encontro entre as concepções religiosas e as científicas. Nessas condições, o homem tende a construir aquilo que é definido como uma bird-eye image, assumindo uma projeção de si mesmo a partir de uma posição do auto - experiência também recorrente nos relatos da ayahuasca.

RABANETE JAPONEZ

Rhodiola Rosea

Descrição : Planta da família crassulaceae, tambêm conhecida como Golden Root, Roseroot, Aaron's Rod. As plantas perenes crescem em áreas de até 2280 metros de altitude. Vários turiões crescer a partir da mesma raiz grossa. Turiões atinge 5 a 35 cm de altura. Rhodiola rosea é dióica - Tendo separado do sexo feminino e masculino plantas.
Origem : Cresce nas regiões frias do mundo. Estes incluem uma grande parte do Ártico, as montanhas da Ásia Central, as Montanhas Rochosas, e montanhosas da Europa, tais como os Alpes, Pirenéus, Cárpatos Montanhas, Escandinávia, Islândia, Grã-Bretanha e da Irlanda.
Propriedades : Rhodiola rosea podem ser eficazes para melhorar humor e aliviar depressão. Os estudos-piloto em seres humanos demonstrou que melhora o desempenho físico e mental, e pode reduzir fadiga. Rhodiola rosea's efeitos potencialmente estão relacionados com a otimização serotonina e a dopamina níveis devido à inibição da monoamina oxidase e sua influência sobre opióides peptídeos, tais como beta-endorfinas, ( Gregory S. Kelly, ND, Alternative Medicine Review, 2001 ) específica neuroquímicas embora estes mecanismos ainda não foram claramente documentados com estudos científicos. Rhodiola é incluído entre uma classe de vegetais derivados chamados adaptogens que diferem de estimulantes químicos, como a nicotina, e não têm os mesmos efeitos fisiológicos. Na Rússia e na Escandinávia, Rhodiola rosea, também conhecido como ouro raiz, tem sido usada durante séculos para lidar com o clima frio da Sibéria e estressantes da vida. Tais efeitos foram fornecidos elementos de prova em laboratório utilizando os modelos de estresse nematóide, C. elegans, e em ratos nos quais Rhodiola eficazmente impedida estresse induzido por alterações no apetite, atividade física, o ganho de peso e do ciclo estral. Rhodiola podem ser impropriamente chamada "Arctic Raiz", que é uma marca comercial realizada pelo Instituto Sueco Herbal para SHR-5, a Rhodiola extrato testado em vários estudos citados neste artigo. A popularidade da Rhodiola rosea L. cresceu consideravelmente nas últimas duas décadas, sendo também objeto de pesquisa em outros países como Estados Unidos, China, Japão, Índia, Suécia, Noruega, Rússia, entre outros. Atualmente são encontradas 600 publicações científicas sobre a Rhodiola rosea L.
Detalhes Rhodiola Rosea é uma planta nativa da Sibéria ártica, internacionalmente conhecida como raiz de Ouro. Há séculos as raízes da rhodiola tem sido usadas pelas culturas da Europa oriental e asiática para melhorar a resistência física e o rendimento de trabalho, a longevidade, a resistência a doenças provocadas por altas latitudes, e para tratar fadiga, depressão, anemia, impotência, indisposição gastro intestinal, infecções e desordens do sistema nervoso. Pesquisas indicam que a Rhodiola rosea L. estimula a produção de vários neurotransmissores (endorfina, serotonina, dopamina), que atuam na melhora das funções cognitivas e no combate à depressão. Além disto, estudos com animais demonstraram que a Rhodiola rosea L. aumenta o metabolismo energético celular com produção de ATP (adenosina tri-fosfato) e através do aumento da síntese de ATP, RNA, proteína e aminoácidos, elevando com isso a capacidade de trabalho físico. Melhora o desempenho mental e concentração. O efeito de uma dose única de Rhodiola Rosea no desempenho mental de 85 homens e mulheres reduziu consideravelmente o número de erros cometidos num teste de múltipla escolha.
COLEUS FORSKOHLII
VASODILATADOR E LIPOLÍTICO
Coleus Forskohlii
é uma planta pertencente à família Labiatae que cresce
nas regiões áridas e semi-áridas da Índia. É muito conhecida pela sua
atividade vasodilatadora e lipolítica. É comerializada como extrato
padronizado com 10% de ativo (forskolin).
UMA PLANTA QUE TEM HISTÓRIA
Uma grande pesquisa em torno doC. Forskohliifoi feita pela HoechstMarion Roussel Limited.
As pesquisas se estenderam desde 1974 com adescoberta da planta comouma potencial droga ativa, desenvolvendo-senos anos seguintes a melhor localização para plantio e épocas de colheita,
até 1994 onde foram pesquisadas as melhorias em sua genética.
No decorrer destes anos, várias atividades foram atribuídas ao
C.forskohlii
. Como exemplos de estudos:
•
“A extração com metanol dos tubérculos das raízes, exibiramdiminuição da pressão sanguínea e atividade inotropica positiva em modelosanimais (de Souza 1977)”.
•
“Bioatividade guiada que demonstra a ação extrato pela parte ativa–
diterpeno forskolin (Bhat et al. 1977)”.
•
“Pesquisa revela que forskolin tem muitas outras atividades
farmacológicas como, por exemplo, antiglaucoma, antiagregação
plaquetária, antiinflamatória e antitrombótica (Rupp et al. 1985) e uma
atividade bioquímica da adenilato ciclase que estimula o aumento do AMPc
intracelular (Metzger & Lindner 1981, Seamon et al. 1981
)”.
Propriedades Farmacológicas
O mecanismo básico da ação do forskolin é a ativação de uma enzima, a
adenilato ciclase, a qual aumenta o nível de AMPc na célula. AMPc é talvez,
o regulador celular mais importante do organismo. Uma vez formado, ele
ativa muitas outras enzimas envolvidas em diversas funções celulares.
Numa situação normal, o AMPc é formado quando há estimulação hormonal
(ex: epinefrina) ele liga-se a um sítio receptor na membrana celular e
estimula a ativação da adenilato ciclase. Esta enzima ultrapassa a
membrana celular e somente a especificação do receptor determina qual
hormônio ativará uma célula em particular. Já o Forskolin, ativa
diretamente a adenilato ciclase via ativação transmembrana. Como
resultado há elevação dos níveis de AMPc com efeitos biológicos e
fisiológicos tais como, inibição da ativação plaquetária e degranulação,
inibição da liberação de histamina

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A pirroloquinolina quinona (PQQ) é um nutriente essencial

A pirroloquinolina quinona (PQQ) é um nutriente essencial que tem vindo a ser estudado nos últimos dez anos, mas que apenas está disponível no mercado há alguns meses. Esta disponibilidade em suplementos nutricionais constitui um avanço essencial e incontornável, que enriquece consideravelmente o arsenal anti-envelhecimento.

¤ A PQQ tem propriedades vitamínicas e antioxidantes, associadas a funções de reparação cognitiva, que lhe conferem um papel importante no controlo do processo de envelhecimento, na protecção das células nervosas e na estimulação natural dos níveis energéticos ligados à concentração e ao desempenho. As mitocôndrias são as centrais energéticas das células. As células dos indivíduos jovens contêm um grande número de mitocôndrias – entre 2000 a 2500 por célula – que funcionam ao seu rendimento máximo. Nos idosos, as mitocôndrias são menos numerosas e funcionam ao ralenti, o que resulta numa perda de energia enorme, em problemas cognitivos incessantes e numa degradação celular acelerada. Este grande défice energético está implicado em praticamente todas as doenças degenerativas associadas ao envelhecimento. Alguns nutrientes – como a carnitina, o ácido lipóico, a carnosina, o resveratrol e a coenzima Q10 – permitem melhorar o funcionamento das mitocôndrias existentes. Mas a PQQ permite aumentar o número de mitocôndrias, ou seja, facilitar a sua biogénese activando genes que controlam a sua reprodução, mesmo no interior das células senescentes. É isto que constitui um avanço excepcional e a esperança de erradicar finalmente um dos mecanismos principais do envelhecimento!

¤ As mitocôndrias possuem o seu próprio ADN(m), diferente do ADN do núcleo celular ADN(n). O ADN mitocondrial não tem protecção proteínica, sendo, por isso, muito mais vulnerável aos radicais livres gerados no interior das mitocôndrias. Por outro lado, este ADN mitocondrial não tem a capacidade de se regenerar da mesma forma que o ADN nuclear; por esta razão, o seu coeficiente de degradação pode ser até dez vezes mais elevado. A PQQ protege o ADN mitocondrial de uma forma cinco mil vezes mais eficaz que a vitamina C! A PQQ evidenciou igualmente um poder modulador importante nas mitocôndrias, que protege tanto ao nível da sua qualidade como das suas funções.

¤ A PQQ consegue principalmente (mas não só):
    • Atrasar de forma real o processo de envelhecimento, dado que este está intimamente ligado à degradação e ao desaparecimento progressivo das mitocôndrias.
    • Aumentar os níveis de energia indispensáveis às células. As mitocôndrias são responsáveis pela produção de energia e a PQQ vai, assim, tornar mais eficaz a actividade física.
    • Melhorar as funções cognitivas, pois o cérebro utiliza mais energia do que qualquer outro órgão do corpo humano e depende totalmente do aporte energético que lhe é fornecido. Um estudo recente, realizado em dupla ocultação e controlado por placebo, demonstrou que uma dose diária de 10 a 20 mg de PQQ melhora muito a memória a curto prazo, bem como a capacidade de concentração em jovens adultos, quando comparados com os do grupo de controlo, que apenas tomaram a dose de placebo.
Até à data, a PQQ foi objecto de mais de 175 estudos publicados, mas só a partir de 2003 ficou cientificamente demonstrada a sua actividade bioquímica fundamental nas diferentes funções orgânicas, provando que estas são consideravelmente mais lentas na sua ausência. A revista Nature afirmava mesmo que: "Com base nas suas funções moleculares demonstradas, a PQQ deveria ser classificada como uma nova vitamina do grupo B, tal como a niacina ou a riboflavina."

¤ A PQQ é solúvel na água, não se acumula e não provoca fenómenos de intolerância, mesmo com doses elevadas. Mitochondrial Formula contém igualmente acetil L-carnitina e ácido R-lipóico, pois o célebre estudo do Dr. Bruce Ames (professor de Bioquímica na Universidade da Califórnia, Berkeley) demonstrou a sinergia destes dois nutrientes para optimizar o funcionamento das mitocôndrias (ver a sua entrevista na NutraNews de maio de 2010: "Quando administrámos ácido R-lipóico combinado com acetil L-carnitina, todas as funções que observávamos, e que tinham declinado com a idade, foram restauradas.") O Dr. Ames demonstrou a implicação da disfunção mitocondrial nas doenças degenerativas, incluindo o declínio neurológico. Demonstrou igualmente que a administração conjunta de acetil L-carnitina e de ácido R-lipóico permitia imitar os efeitos da restrição calórica e restaurar um funcionamento mitocondrial ideal, tanto no coração como no cérebro. O ácido R-alfa-lipóico é a forma natural do ácido lipóico, tal como existe no organismo. A acetil L-carnitina é o derivado acetilado do aminoácido L-carnitina, com uma biodisponibilidade muito superior e indispensável à produção de energia nas células. Mitochondrial Formula fornece estes dois nutrientes essenciais, na forma e nas proporções recomendadas pelo Dr. Ames.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Para cuidar, prevenir e curar a transmissão suave e condução do sistema nervoso é essencial para o A mielina esta sendo produzido de forma adequada, e isso é essencial para manter uma dieta com os nutrientes necessários para uma boa produção e regeneração. bainhas de mielina Foods deteriorar-se e funções do sistema nervoso: 
â € ¢ gorduras prejudiciais ou saturada: evita qualquer custo salsichas fritas, diminui a carne mais vermelha e leite de vaca e derivados. â € ¢ refinado: Este carboidrato de rápida absorção é uma das mais fortes do sistema nervoso irritante, deteriorar-se e, eventualmente, produz uma série de condições.
Faça todo o seu esforço para evitar refrigerantes, alimentos industrializados, bolos e doces, ketchup e tudo o que ele contém.
Os alimentos que nutrem e reparam as bainhas de mielina:
Suplementos â € ¢ e vitaminas: você deve levar alimentos e suplementos ricos em ácido fólico e vitamina B12, vitamina essencial para a protecção do sistema nervoso e reparação adequada de mielina, bem como ajudar a evitar danos. â € ácido fólico ¢ essencial para o funcionamento do sistema nervoso. 
Os alimentos que contenham são:. Grãos integrais, cereais integrais, etc â € ¢ chá verde e ervas: plantas na dieta e anti-inflamatórios ervas:
para proteger a bainha de mielina é necessária para reduzir a inflamação . O chá verde, por exemplo, e salgueiro branco, chá de limão ou de citros, garra do diabo e vitamina C e D, não deve faltar na sua dieta. â € ¢ A vitamina C é um grande depurador , antioxidante inflamatório e poderosa, é certamente recomendado para manter o sistema imunológico do corpo em bom estado, gordura corporal livres e toxinas e para ajudar a reduzir a inflamação. 
Tudo que é necessário para o sistema nervoso está a funcionar correctamente e está bem protegida de mielina. Vitamina C pode ser encontrada em alimentos como frutas cítricas (laranjas, limões, etc.). brócolis, algas marinhas, goiabas, etc. â € ¢ Os ácidos graxos essenciais: devem ser incluídos na dieta diária, são essenciais para a produção e manutenção da bainha de mielina, que consiste principalmente de ácido oleico. Você sabia que seu cérebro é feito de 60 por cento de gordura? Mas amigos de gorduras, como ômega-3 e ômega-6. â € ¢ ácido oleico: 
Azeitonas são uma fonte rica deste aminoácido essencial, um ômega-6 também é encontrada em peixes, frango, nozes O azeite extra-virgem e sementes. â € ¢ Omega-3: peixes de água profunda contêm boas quantidades de ácidos graxos ômega 3, que estão envolvidos no funcionamento do cérebro, melhorando a transmissão dos impulsos nervosos, além de ajudar reduzir a inflamação no corpo. â € ¢ vitamina A e D: Este é um apoio extra para o sistema imunológico esteja em boas condições e apoio na recuperação da mielina danos em caso de doenças desmielinizantes.
Vegetais alaranjados, como mamão, laranja, cenoura, etc, são ricas em vitamina A, e óleo de fígado de bacalhau é excelente fonte de vitamina A, D e ácidos gordos essenciais.
A vitamina D tem sido um dos melhores opções para reduzir o risco de desmielinização significativamente. â € ¢ Os aminoácidos são essenciais para a transmissão de mensagens cerebrais são os tijolos com os quais as proteínas são construídas para melhorar a capacidade de comunicação interna do cérebro.
Nós recomendamos que você incluir na sua dieta integrante amaranto (contendo todos os aminoácidos essenciais que seu corpo precisa), levedura de cerveja, algas e spirulina (que também é rica em minerais e vitaminas). â € ¢ Frutas: o açúcar fruto é um elixir para o cérebro.
Consome 3 ou 4 peças de fruta por dia, mas evite combiná-los com outros alimentos, comer frutas cítricas e jejum doce consúmelas o estômago vazio, 2 horas depois de ter comido e aguarde 20 minutos para ser digeridos. Maçãs, peras e pêssegos são em grande noite, e mamão ou abacaxi no café da manhã. As uvas ou amoras comer entre as refeições, em vez de doces. Além ... â € ¢ Você precisa equilibrar a sua glicose, enquanto que nos alimentos de sua dieta rica em carboidratos de liberação lenta, como grãos integrais, legumes, etc.
Estes são o melhor combustível para o cérebro eo sistema nervoso, não são tóxicos no corpo e liberam sua energia em um constante e gradual. â € ¢ Beba bastante água: você sabia que a água é o melhor condutor de impulsos elétricos? Assim, em sua dieta não deve perder pelo menos 2 litros de água pura por dia. â € ¢ Evite alimentos cozidos demais uma vez que perdem muitos de seus nutrientes naturais. Tente comer como matéria-prima possível.



Como regenerar a bainha de mielina com alimentos


Abacates contém nutrientes essenciais para a regeneração da bainha de mielina
A bainha de mielina auxilia os neurônios na transmissão de sinais nervosos. Se esse revestimento for danificado, problemas de memória e de movimentos e funções específicas são comuns. Certas doenças auto-imunes e fatores químicos externos, tais como pesticidas em alimentos, podem danificar a bainha de mielina. Para os alimentos ajudarem na regeneração dessa cobertura neuronal, você deve remover todos os produtos químicos prejudiciais da sua dieta e estilo de vida. Além disso, você vai precisar de minerais e gorduras específicas, de preferência obtidos através de uma dieta rica em nutrientes.
Nível de Dificuldade:
Moderadamente fácil

O que você precisa?

  • Azeite de oliva
  • Peixe
  • Nozes
  • Cacau

Instruções

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    Os feijões são uma maneira saborosa de ingerir a colina
    Os feijões são uma maneira saborosa de ingerir a colina
    Coma alimentos ricos em colina e inositol. Esses aminoácidos são cruciais para a reparação da bainha de mielina. A colina pode ser encontrada em ovos, carne, feijão e algumas nozes. Ela auxilia na prevenção da formação de depósitos de gordura no corpo. O inositol mantém um sistema nervoso saudável, auxiliando na produção da serotonina. Nozes, legumes e banana contém a substância. Os dois aminoácidos se combinam para produzir a lecitina, que reduz as gorduras nocivas do sangue. Níveis elevados de colesterol e gorduras impedem a reparação da bainha de mielina.
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    O iogurte contém B-5 e podem ser fortificado com outras vitaminas B
    O iogurte contém B-5 e podem ser fortificado com outras vitaminas B
    Coma alimentos ricos em vitaminas do complexo B. A vitamina B-1, também chamada de tiamina, assim como a B-12, são componentes físicos da bainha de mielina. Os alimentos que contêm B-1 incluem o arroz, o espinafre, as lentilhas e a carne de porco. A vitamina B-5 pode ser encontrada no iogurte e no atum. Os cereais integrais são ricos em vitaminas do complexo B e muitos cereais são fortificados com elas. Alimentos lácteos também são ricos nessas substâncias. Esses nutrientes aceleram o metabolismo, que queima gorduras do corpo, e carregam oxigênio.
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    O azeite contém gorduras saudáveis ​​que contribuem para a composição da bainha de mielina
    O azeite contém gorduras saudáveis ​​que contribuem para a composição da bainha de mielina
    Adicione ácidos graxos à sua dieta. Eles aumentam o teor de gordura da bainha. Linhaça, óleos de peixe, salmão, nozes e feijão contém bastantes ácidos graxos Omega-3. A bainha de mielina é de 70% gordura oriunda de tais ácidos. O ácido oleico é um dos principais contribuintes naturais para esse conteúdo, e ele pode ser encontrado no azeite, no abacate e nas nozes.
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    Chocolate contém traços de cobre, que ajuda no desenvolvimento de lipídios
    Chocolate contém traços de cobre, que ajuda no desenvolvimento de lipídios
    Adicione alimentos que contenham cobre. A bainha de mielina se regenera usando lípidos, que só podem ser produzidos a partir de uma enzima dependente do cobre. Sem essa ajuda, os outros nutrientes não podem fazer seu trabalho. O cobre é encontrado em lentilhas, amêndoas, sementes de abóbora, sementes de gergelim e chocolate meio amargo. Fígado e frutos do mar também pode conter o metal em doses mais baixas. Ervas secas, como orégano e tomilho, são uma maneira fácil de adicioná-lo à sua dieta.